[esp]Proyecto Laguna Merín contribuye al diálogo técnico sobre sostenibilidad en sistemas arroceros [/esp][port]Projeto Lagoa Mirim contribui para o diálogo técnico sobre sustentabilidade em sistemas arrozeiros [/port]

[esp]En un seminario promovido por INIA, el equipo de FAO destacó el vínculo histórico entre ambas instituciones y los avances de una cooperación técnica orientada al fortalecimiento de capacidades locales para la gestión del agua en la cuenca binacional[/esp][port]Em seminário promovido pelo INIA, equipe da FAO destacou o vínculo histórico entre as instituições e os avanços de uma cooperação técnica voltada ao fortalecimento de capacidades locais para a gestão da água na bacia binacional[/port]
22 Jun 2026

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El pasado 18 de junio representantes de la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO) presentaron los avances de una nueva cooperación técnica con el Instituto Nacional de Investigación Agropecuaria (INIA), durante el II Seminario Técnico de Sostenibilidad de los Sistemas Arroceros, realizado la sede de INIA Treinta y Tres.

El encuentro reunió a actores de la cadena arrocera uruguaya, especialistas de instituciones públicas y académicas, así como organismos vinculados al desarrollo del sector y a la formulación de políticas públicas. El objetivo fue analizar desafíos y oportunidades para promover sistemas agroproductivos más sostenibles.

A lo largo de la jornada, diversos expositores compartieron resultados científicos, herramientas de evaluación e indicadores orientados a una gestión más eficiente y sostenible de los sistemas arroceros. En ese marco, el Especialista de Enlace y Procesos de la FAO en Uruguay, Juan Pablo Albornoz, y la Especialista Nacional en Cuencas Hidrográficas de Uruguay del Proyecto Laguna Merín, Virginia Arribas, abordaron la experiencia de la iniciativa binacional desarrollada en la cuenca compartida por Brasil y Uruguay. Durante la exposición, destacaron además el vínculo histórico entre FAO e INIA, que se remonta a 1976, cuando la organización participó del proceso que dio origen a la estación experimental de INIA en la Cuenca de Laguna Merín, en el departamento de Treinta y Tres.

Los representantes de FAO también compartieron los principales lineamientos de la cooperación entre ambas instituciones, orientada a fortalecer capacidades locales para la gestión sostenible del agua. En este contexto, subrayaron el potencial aporte de INIA al diseño e implementación de proyectos piloto que contribuyan a mejorar la gestión del agua en los sistemas productivos de la cuenca, así como a consolidar conocimientos técnicos tanto en instituciones como entre actores territoriales.

“Esta cooperación representa una oportunidad para vincular la experiencia acumulada por INIA con los objetivos de gestión integrada de los recursos hídricos impulsados por el Proyecto Laguna Merín”, señaló Arribas. Según explicó la especialista, la expertise de INIA en investigación aplicada, innovación agropecuaria y transferencia tecnológica, sumada a su trayectoria en los sistemas arroz-ganadería y a su estrecha vinculación con productores rurales y organizaciones territoriales, permitirá generar y validar soluciones en condiciones reales, así como producir evidencia que contribuya a su eventual replicación en otras áreas de la cuenca, incluyendo territorios de Brasil.

Para Arribas, el intercambio generado durante el seminario fue especialmente valioso por reunir a actores productivos, instituciones públicas y organizaciones de Investigación, desarrollo e innovación vinculadas al territorio. “Este tipo de espacio favorece la construcción de alianzas y la identificación de oportunidades para impulsar la transferencia y generación de conocimiento aplicable a escala de cuenca”, concluyó.[/esp] [port]

No último dia 18 de junho, representantes da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) apresentaram os avanços de uma nova cooperação técnica com o Instituto Nacional de Pesquisa Agropecuária (INIA), durante o II Seminário Técnico de Sustentabilidade dos Sistemas Arrozeiros, realizado na sede do INIA Treinta y Tres.

O encontro reuniu atores da cadeia produtiva do arroz no Uruguai, especialistas de instituições públicas e acadêmicas, além de organismos vinculados ao desenvolvimento do setor e à formulação de políticas públicas. O objetivo foi analisar desafios e oportunidades para promover sistemas agroprodutivos mais sustentáveis.

Ao longo da jornada, diversos palestrantes compartilharam resultados científicos, ferramentas de avaliação e indicadores voltados para uma gestão mais eficiente e sustentável dos sistemas arrozeiros. Nesse contexto, o Especialista de Articulação e Processos da FAO no Uruguai, Juan Pablo Albornoz, e a Especialista Nacional em Bacias Hidrográficas do Projeto Lagoa Mirim no Uruguai, Virginia Arribas, apresentaram a experiência da iniciativa binacional desenvolvida na bacia compartilhada entre Brasil e Uruguai.

Durante a apresentação, destacaram também o vínculo histórico entre a FAO e o INIA, que remonta a 1976, quando a organização participou do processo que deu origem à estação experimental do INIA na Bacia da Lagoa Mirim, no departamento de Treinta y Tres.

Os representantes da FAO também compartilharam as principais diretrizes da cooperação entre as duas instituições, voltada ao fortalecimento de capacidades locais para a gestão sustentável da água. Nessa perspectiva, ressaltaram o potencial de contribuição do INIA para o desenho e a implementação de projetos-piloto capazes de aprimorar a gestão da água nos sistemas produtivos da bacia, bem como consolidar conhecimentos técnicos tanto nas instituições quanto entre os atores do território.

“Esta cooperação representa uma oportunidade para conectar a experiência acumulada pelo INIA aos objetivos de gestão integrada dos recursos hídricos promovidos pelo Projeto Lagoa Mirim”, afirmou Arribas. Segundo a especialista, a expertise do INIA em pesquisa aplicada, inovação agropecuária e transferência de tecnologia, somada à sua trajetória nos sistemas arroz-pecuária e à estreita relação com produtores rurais e organizações territoriais, permitirá gerar e validar soluções em condições reais, além de produzir evidências que contribuam para sua eventual replicação em outras áreas da bacia, incluindo territórios do Brasil.

Para Arribas, o intercâmbio promovido durante o seminário foi especialmente valioso por reunir atores produtivos, instituições públicas e organizações de pesquisa, desenvolvimento e inovação vinculadas ao território. “Esse tipo de espaço favorece a construção de alianças e a identificação de oportunidades para impulsionar a transferência e a geração de conhecimento aplicável à escala da bacia”, concluiu.[/port]