[esp]Comisión Mixta para el desarrollo de la Cuenca de la Laguna Merín celebra su 63º aniversario[/esp][port]Comissão Mista para o desenvolvimento da Bacia da Lagoa Mirim celebra seu 63º aniversário[/port]

[esp]Proyecto Laguna Merín destaca el papel histórico de la CLM en la cooperación binacional y en la gobernanza de la cuenca[/esp][port]Projeto Lagoa Mirim destaca o papel histórico da CLM na cooperação binacional e na governança da bacia[/port]
13 May 2026

[esp] El Proyecto Laguna Merín felicita a la Comisión Mixta Uruguayo-Brasileña para el Desarrollo de la Cuenca de la Laguna Merín (CLM), que conmemora este 13 de mayo sus 63 años de trayectoria, y destaca su rol fundamental para el diálogo bilateral y la integración regional. Uno de los principales compromisos del Proyecto es fortalecer la invaluable labor de la CLM en la gobernanza de ese sistema hídrico binacional de alta relevancia ambiental, social y productiva.

Instalada formalmente en 1963 en Montevideo, la CLM nació tras los acuerdos de 1961 entre los presidentes Eduardo Víctor Haedo (Uruguay) y João Goulart (Brasil) para gestionar recursos hídricos compartidos. Desde sus inicios, con estudios técnicos junto a la FAO en los años 60 y 70, y la firma del Tratado de Cooperación de 1977, la comisión ha sido un pilar para el desarrollo socioeconómico, la navegación y el uso sostenible de esta cuenca vital para el agro y el abastecimiento de agua dulce.

En su estructura, cada país cuenta con una delegación de representantes integrada por funcionarios de organismos gubernamentales, como ministerios de ambiente, de relaciones exteriores y otras instituciones públicas vinculadas al tema. La CLM funciona como un espacio de cooperación entre Brasil y Uruguay orientado a articular políticas públicas e intereses comunes, con foco en la gestión integrada del territorio y en la protección de un ecosistema que abastece a alrededor de un millón de personas.

Fortalecimiento de la gobernanza

Una de las prioridades centrales del Proyecto Laguna Merín es el fortalecimiento de la gobernanza de la cuenca, que ya cuenta con la CLM como órgano responsable de centralizar esa función y con capacidad de decisión conjunta. El coordinador binacional del proyecto, Leonardo Ferreira, explica que, si bien el Tratado establece una institucionalidad de gobernanza bien definida, actualmente la CLM necesita apoyo para impulsar mecanismos técnicos de articulación. “La Comisión es una importante entidad binacional que necesita fortalecerse para que las discusiones cuenten con una base técnica sólida dentro de su estructura, favoreciendo una toma de decisiones fundamentada, coordinada y efectiva”, señala Ferreira.

En ese sentido, el Proyecto Laguna Merín apoyó la realización de la 124ª Sesión de la CLM, que tuvo lugar en la ciudad de Pelotas, en el marco del taller binacional sobre el Análisis Diagnóstico Transfronterizo (ADT). La reunión se llevó a cabo el pasado 15 de abril, a puertas cerradas, y contó con la asistencia de representantes de ministerios y cancillerías de ambos países.

Por Uruguay participaron Álvaro Picón, Director General de Asuntos de Frontera, Limítrofes y Marítimos; Marcos Portillo, delegado del Ministerio de Relaciones Exteriores (MRREE); y Paulo Beck, presidente de la delegación uruguaya de la CLM. También asistieron, como invitados del gobierno uruguayo, Amalia Panizza, Gerente de Planificación de Recursos Hídricos de la Dirección Nacional de Aguas (DINAGUA) del Ministerio de Ambiente (MA); Lizet de León, Directora de la Dirección Nacional de Calidad y Evaluación Ambiental (DINACEA) del MA; y Luis Anastasia, Gerente de DINAGUA.

La delegación brasileña estuvo integrada por Iara Bueno Giacomini, Directora del Ministerio de Medio Ambiente y Cambio Climático; Alberto Batista Filho, Coordinador General de Gestión de Recursos Hídricos del Ministerio de Integración y Desarrollo Regional (MIDR) y Director Nacional del Proyecto; Gilberto Loguercio Collares, delegado del MIDR; George Marino Soares Gonçalves, delegado de la Agencia de Desarrollo de la Laguna Merín; y Daniel Melo Ribeiro, de la División de Argentina, Uruguay y Chile del Ministerio de Relaciones Exteriores.[/esp]

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O Projeto Lagoa Mirim parabeniza a Comissão Mista Brasileira-Uruguaia para o Desenvolvimento da Bacia da Lagoa Mirim (CLM), que comemora neste 13 de maio seus 63 anos de trajetória e destaca seu papel fundamental para o diálogo bilateral e a integração regional. Um dos principais compromissos do Projeto é fortalecer o trabalho inestimável da CLM na governança deste sistema hídrico binacional de alta relevância ambiental, social e produtiva.

Formalmente instalada em 1963, em Montevidéu, a CLM nasceu após os acordos de 1961 entre os presidentes Eduardo Víctor Haedo (Uruguai) e João Goulart (Brasil) para gerenciar os recursos hídricos compartilhados. Desde sua criação, com estudos técnicos da FAO nas décadas de 60 e 70, e a assinatura do Tratado de Cooperação em 1977, a comissão tem sido um pilar para o desenvolvimento socioeconômico, a navegação e o uso sustentável dessa bacia vital para a agricultura e o abastecimento de água doce.

Em sua estrutura, cada país conta com uma delegação de representantes composta por funcionários de órgãos governamentais, como ministérios do meio ambiente, das relações exteriores e outras instituições públicas ligadas ao tema. A CLM funciona como um espaço de cooperação entre Brasil e Uruguai, com o objetivo de articular políticas públicas e interesses comuns, com foco na gestão integrada do território e na proteção de um ecossistema que abastece cerca de um milhão de pessoas.

Fortalecimento da governança

Uma das prioridades centrais do Projeto Lagoa Mirim é o fortalecimento da governança da bacia, que já conta com a CLM como órgão responsável por centralizar essa função e com capacidade de tomada de decisão conjunta. O coordenador binacional do projeto, Leonardo Ferreira, explica que, embora o Tratado estabeleça uma institucionalidade de governança bem definida, a CLM atualmente precisa de apoio para promover mecanismos técnicos de articulação. "A Comissão é uma entidade binacional importante que precisa ser fortalecida para que as discussões tenham uma base técnica sólida dentro de sua estrutura, favorecendo decisões informadas, coordenadas e eficazes", destaca Ferreira.

Nesse sentido, o Projeto Laguna Merín apoiou a realização da 124ª Sessão da CLM, que ocorreu na cidade de Pelotas, no âmbito da oficina binacional de Análise Diagnóstica Transfronteiriça (ADT). A reunião foi realizada em 15 de abril, a portas fechadas, e contou com a presença de representantes dos ministérios e chancelarias de ambos os países.

O Uruguai foi representado por Álvaro Picón, Diretor-Geral de Assuntos de Fronteira, Limítrofes e Marítimos; Marcos Portillo, delegado do Ministério das Relações Exteriores (MRE); e Paulo Beck, presidente da delegação uruguaia da CLM. Também estavam presentes, como convidadas do governo uruguaio, Amália Panizza, Gerente de Planejamento de Recursos Hídricos da Direção Nacional de Águas (DINAGUA) do Ministério de Ambiente (MA); Lizet de León, Diretora da Direção Nacional de Qualidade e Avaliação Ambiental (DINACEA) do MA; e Luis Anastasia, Gerente da DINAGUA.

A delegação brasileira contou com a participação de Iara Bueno Giacomini, Diretora do Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas; Alberto Batista Filho, Coordenador-Geral de Gestão de Recursos Hídricos do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR) e Diretor Nacional do Projeto; Gilberto Loguercio Collares, delegado do MIDR; George Marino Soares Gonçalves, delegado da Agência de Desenvolvimento da Lagoa Mirim; e Daniel Melo Ribeiro, da divisão Argentina, Uruguai e Chile do Ministério de Relações Exteriores.